2012 será um ano muito especial para o chocolate pois nesse ano o doce completará 527 anos (a partir da sua descoberta pelos espanhóis). Por isso, voltarei no tempo para contar sobre sua origem.
Tudo começou em 1400 e tra-la-lá, quando os espanhóis chegaram ao Novo Mundo (que de novo não tinha nada, pois já existia há ões de anos). Logo descobriram a bebida meio amarga dos Incas (ou Maias, ou Astecas, ou Olmecas, não me recordo). Como se sabe, a bebida, feita a partir do cacau, devia seu amargor devido à falta do açúcar na receita, pois aquele povo tinha um grande histórico de diabetes. Os espanhóis, muito desenvolvidos e precavidos, então, apresentaram aos Incas (ou Maias, ou Astecas, ou Olmecas) a sacarina. Os Incas (ou Maias, ou Astecas, ou Olmecas) logo repudiaram o adoçante e xingaram os espanhóis de todos os nomes possíveis por estragarem seu drinque milenar. Os espanhóis ficaram muito bravos com a falta de educação dos Incas (ou Maias, ou Astecas, ou Olmecas) e mataram todo o povo nativo. Não sem antes arrancar a receita da bebida do cozinheiro chefe (“arrancar” no sentido literal da palavra, pois a receita estava tatuada na virilha do cozinheiro).
Chegando à Europa, a tripulação foi até o Registro de Patentes de Barcelona (que só foi criado 200 anos depois) e registraram o quitute em seu nome (não seu,seu, mas seu, deles). A bebida, comercializada na forma de pó solúvel ou barra efervescente, logo fez sucesso. Mas não na sua forma original, pois os comerciantes esqueciam de avisar aos clientes para dissolver o produto na água, e o chocolate acabou sendo popularizado como conhecemos.
Se na Europa, os espanhóis popularizaram o doce, na Ásia seu divulgador foi o italiano Marco Polo (que vivera 200 anos antes dos espanhóis chegarem na América).
Quando foi recebido pelo Gran Khan ( que, segundo dizem, tinha 1,54m), Marco trazia um pouco de chocolate e alguns frutos usados na receita do doce. Estes últimos foram entregues ao cozinheiro do Khan, Xang K. Kal. Kal logo experimentou todas as possibilidades daquela fruta tropical, fazendo sucos, pudins, cremes, molhos, e até uma pasta que poderia facilmente substituir a manteiga comum. O Imperador, que, apesar de ser um grande chefe de Estado, não tinha modos à mesa, comeu toda a pasta antes de chegarem os pães, lambuzando-se todo, e assim descobrindo as propriedades hidratantes da manteiga de K. Kal, como foi batizada.
O Brasil também teve influência na História do Chocolate. Durante a Segunda Guerra, houve uma crise de cacau, e o preço do doce subiu incrivelmente. Mas um garoto muito esperto, Chico Late Santos ,filho de um padeiro, teve uma idéia genial para baratear o chocolate e desbancar a concorrência: adicionar leite, na época um dos produtos mais baratos, à receita. Indo contra todas as expectativas, a nova receita ficou excelente e fez o maior sucesso, logo chegando aos ouvidos e à boca do Imperador ( a quem esqueceram de avisar que o Império já acabara). Mais que depressa, então ordenou que se construísse uma fábrica para produzir a nova receita em massa, e que a fábrica tivesse o nome do garoto em sua homenagem (pois os lucros ele nunca veria). A ordem passou de boca em boca ( pois também esqueceram de avisar o Imperador do telefone) até o homem que deveria escrever a placa com o nome da fábrica, e cujas ordens foram expressas nos seguintes termos: “ O nome da fábrica será de Garoto”.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
MITOS E VERDADES SOBRE CHOCOLATE!!!
Chocolate não dá espinhas
É Mito. Não há nenhum estudo científico que comprove a ligação direta do chocolate com a acne. O mesmo vale para a celulite. São problemas relacionados a questões hormonais e a fatores genéticos
Chocolate é energético
Verdade. Composto em grande parte por açúcar e gorduras, o chocolate tem alta densidade energética. Na pirâmide dos alimentos, o chocolate fica no topo, no grupo dos energéticos extras. E, exatamente por isso, deve ser consumido com moderação
Chocolate supre "carência emocional"
Verdade. Muitas vezes, a busca pelo chocolate retrata uma deficiência de magnésio, mineral que participa da produção dos neurotransmissores que regulam o humor, a alegria e a satisfação. O chocolate contém ainda metilxantinas, substâncias psicoativas que atuam como estimuladores do sistema nervoso central e induzem um bem-estar emocional e proporcionam sensação de prazer
Chocolate vicia
Polêmico. A nutricionista Sônia Trecco afirma que não há nenhuma substância presente no chocolate que provoque diretamente o vício. Para ela, o que faz a pessoa comer sem parar é a satisfação pessoal que o alimento causa. Já para Marília Fernandes, também nutricionista, a mistura de gordura, açúcar, aroma e textura oferece ao chocolate características sensoriais únicas, desencadeando o "craving" (mecanismo semelhante ao vício)
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